Relacionados
Ato Original
Análise Jurídica
Despacho conjunto n.º 1020/2005. - 1 - Considerando o disposto no n.º 1 do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 120/97, de 16 de Maio, e ao abrigo do disposto no n.º 1 do artigo 18.º e nos n.os 1, 4 e 5 do artigo 19.º da Lei n.º 2/2004, de 15 de Janeiro, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 51/2005, de 30 de Agosto, e tendo em conta que o currículo académico e profissional publicado em anexo evidencia perfil adequado e demonstrativo da aptidão e da experiência profissional necessários ao cargo em que é investido, é nomeado, em comissão de serviço, no cargo de presidente do Instituto Português do Património Arquitectónico o licenciado Elísio Costa Santos Summavielle.
2 - O presente despacho produz efeitos a partir do dia 18 de Outubro de 2005.
2 de Novembro de 2005. - O Primeiro-Ministro, José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa.. - A Ministra da Cultura, Maria Isabel da Silva Pires de Lima.
Síntese curricular
Dados pessoais:
Nome - Elísio Costa Santos Summavielle;
Filiação - Elísio Summavielle Soares e Maria de Lourdes Krus da Costa Santos Summavielle;
Local e data de nascimento - Lisboa, 31 de Agosto de 1956;
Estado civil - casado.
Formação académica - licenciatura em História pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, em 1980, com a média de 15 valores, e área de especialização em História de Arte.
Situação profissional - assessor principal do quadro de pessoal da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais.
Experiência profissional:
1982-1983-1984:
Após cumprimento do serviço militar, professor provisório do ensino secundário;
Prestação de serviços no Instituto Português do Património Cultural (IPPC), como contratado e depois em regime de requisição;
1985 - após concurso público, tomada de posse como técnico superior de 2.ª classe do quadro do IPPC. Exercício de funções no Departamento de Museus, Palácios e Fundações;
1987 - exercício de funções no Departamento do Património Arquitectónico;
1990 - início da prestação de serviço na Câmara Municipal de Lisboa (CML), como assessor do vereador da cultura, Dr. João Soares, em regime de requisição ao IPPAR;
1991:
Início da primeira comissão de serviço como chefe de divisão de Património Cultural, cargo em que foi reconduzido em 1994;
Representante de Lisboa junto do ICOMOS (UNESCO Conselho Mundial de Monumentos e Sítios);
Membro da Comissão de Estética Municipal;
Representante de Lisboa na Network of European Cultural Cities (actualmente é membro efectivo);
1993-1994 - administrador-delegado da CML na Sociedade Lisboa-94, Capital Europeia da Cultura, onde foi responsável pela área de intervenção urbana;
1996-2005:
Exercício de funções como subdirector-geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN);
Membro do conselho consultivo do IPPAR, representando a DGEMN;
1 de Abril de 2005 - exercício de funções como assessor da Ministra da Cultura.
Publicações, autoria e coordenação de projectos:
Igreja de Santa Maria Maior, Sé de Lisboa, ed. Teorema, Lisboa, 1986;
Identidade Testemunhos e Destinos (1.º Congresso do Património Luso no Mundo);
Colaboração diversa: imprensa diária, periódica e regional. Revistas História, Arquitectos, Achi-News e Volta ao Mundo e catálogos de diversas exposições;
Colaboração nos dossiers de candidatura (história e memória descritiva) dos Mosteiro dos Jerónimos, Torre de Belém, Mosteiros da Batalha, Alcobaça e Convento de Cristo à lista do Património Mundial (UNESCO). Programa para os projectos de arquitectura das Casa Fernando Pessoa e Sala do Risco;
Coordenação do projecto de recuperação do Monumento a Luís de Camões - Lisboa (1.º prémio de conservação e restauro do concurso nacional da então Secretaria de Estado da Cultura - 1992);
Exposição "República - 80 anos" (CML);
Exposição "Cassiano Branco, o Éden, Lisboa - 91";
Exposição "Frederico George - Ver pelo desenho",
Projecto "A sétima colina" (Lisboa - 94);
Programação dos espaços municipais Museu da Cidade, Sala do Risco, Palácio Galveias, Casa Fernando Pessoa e Arquivo Fotográfico, no âmbito de Lisboa - 94.
Co-autor e signatário, em nome do Governo, da "Carta de Cracóvia" - 2000.
Princípios para a conservação e restauro do património construído.
Comenda da Ordem do Infante D. Henrique, atribuída pelo Presidente da República, em 1995.