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Ato Original
Análise Jurídica
Louvor n.º 352/2000. - Por ocasião do 133.º aniversário da Polícia de Segurança Pública, é justo e oportuno destacar a forma como vem desempenhando funções o seu director nacional, superintendente-chefe Mário Gonçalves Amaro.
Tendo assumido o seu cargo numa complexa fase de mudança da organização da estrutura interna e dos métodos de actuação da PSP, em resultado da adopção de uma nova filosofia orientadora de acção, o superintendente-chefe Mário Gonçalves Amaro revelou uma excepcional capacidade de comando, uma total lealdade e uma invulgar aptidão para implementar os princípios e objectivos definidos pelo Governo como missão da Polícia de Segurança Pública.
O modelo de policiamento de proximidade foi rapidamente apreendido pela PSP, mas o êxito e rapidez da sua implantação só foi possível graças à forma inteligente, competente e inovadora como o superintendente-chefe Mário Gonçalves Amaro empreendeu a sua missão, promovendo a adaptação da PSP às novas necessidades de segurança das populações, no respeito absoluto pelos direitos e garantias dos cidadãos, o que foi acompanhado por um significativo reforço e rejuvenescimento de efectivos, numa lógica de apoio e solidariedade sempre assumida pelo Governo.
Elegendo como prioridades absolutas a formação e o aperfeiçoamento dos efectivos, bem como a modernização das instalações e das estruturas operacionais e o reequipamento da PSP, o superintendente-chefe Mário Gonçalves Amaro deu um impulso decisivo ao reforço do prestígio, modernização e eficácia da PSP, sabendo sempre fazer eco junto do Governo das necessidades e das condições para o desenvolvimento da corporação que dirige e das aspirações dos homens e mulheres que nela prestam serviço.
Revelando apurado sentido estratégico e noção clara dos desafios que se colocam à instituição que dirige, o director nacional da PSP soube conciliar o exercício do comando firme e decidido com a capacidade para dialogar com as estruturas representativas dos profissionais de polícia, ao mesmo tempo que promoveu a abertura da PSP à sociedade e desenvolveu a vertente cívica do trabalho policial.
Pelas qualidades pessoais e profissionais demonstradas, nomeadamente quanto à inteligência, coragem, aptidão de comando, provado esforço, energia, domínio perfeito dos circunstancialismos da acção da Polícia, espírito de missão, capacidade de trabalho e grande dedicação em serviço da segurança pública, é o superintendente-chefe Mário Gonçalves Amaro credor do público louvor que ao Ministro da Administração Interna muito apraz conferir e merecedor que os serviços da mais alta valia por si prestados sejam qualificados de extraordinariamente importantes, relevantes e muito distintos.
2 de Julho de 2000. - O Ministro da Administração Interna, Fernando Manuel dos Santos Gomes.
