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Ato Original
DREAMCORP, LDA
Conservatória do Registo Comercial de Sintra. Matrícula n.º 22 778; identificação de pessoa colectiva n.º 507447042; inscrição n.º 1; número e data da apresentação: 19/050830.
Certifico que foi constituída a sociedade em epígrafe entre Débora Marisa dos Santos Grilo Alves e marido, Renato António de Oliveira Alves, casados na comunhão de adquiridos, que se rege pelo contrato seguinte:
ARTIGO 1.º
1 - A sociedade adopta a firma DREAMCORP, Lda
2 - A sociedade tem a sua sede em Massamá, Rua do Serrado da Bica, lote 80, 7.º, esquerdo, freguesia de Massamá, concelho de Sintra.
3 - Por simples deliberação da gerência, pode a sede ser deslocada, dentro do mesmo concelho ou para concelho limítrofe, podendo a mesma criar ou encenar sucursais, filiais, agências ou outras formas locais de representação, no território nacional ou no estrangeiro.
ARTIGO 2.º
O objecto da sociedade consiste na exploração de institutos de beleza, bem estar e salão de cabeleireiro; prestação de serviços de estética, prevenção de envelhecimento precoce, manicure e pedicure. Prestação de serviços de nutrição, terapias anti-stress, tratamentos de acne, antitabagismo e tratamentos capilares; comércio, importação, exportação e representação de produtos de cosmética, perfumaria, higiene, artigos de decoração e para o lar, vestuário, calçado e acessórios de moda, produtos alimentares e bebidas não alcoólicas; produção e organização de eventos; consultadoria e formação na área da estética e cabeleireiro.
ARTIGO 3.º
1 - O capital social, integralmente subscrito e realizado em dinheiro, é de cinco mil euros e corresponde à soma de duas quotas no igual valor nominal de dois mil e quinhentos euros, tituladas uma por cada um dos sócios.
2 - Aos sócios poderão ser exigidas prestações suplementares até ao montante global de dois mil e quinhentos euros.
3 - Depende de deliberação dos sócios a celebração de contratos de suprimentos.
ARTIGO 4.º
1 - A gerência da sociedade compete a sócios ou a não sócios, a nomear em assembleia geral, com ou sem remuneração, conforme aí for deliberado.
2 - Para vincular a sociedade é suficiente a intervenção de um gerente.
3 - A remuneração da gerência poderá consistir, total ou parcialmente, em participação nos lucros da sociedade.
ARTIGO 5.º
A sociedade poderá participar no capital social de outras sociedades, mesmo com objecto diferente do seu e em sociedades reguladas por leis especiais ou em agrupamentos complementares de empresas.
ARTIGO 6.º
A cessão de quotas a não sócios depende do consentimento da sociedade que terá sempre o direito de preferência, o qual, de seguida, se defere aos sócios não cedentes.
ARTIGO 7.º
1 - A sociedade poderá amortizar qualquer quota nos seguintes casos:
a) Por acordo com o respectivo titular;
b) Quando a quota, for objecto de penhora, arresto ou adjudicação em juízo, falência ou cessão gratuita não autorizada;
c) Quando o sócio praticar actos que violem o pacto social ou as obrigações sociais;
d) No caso de morte de sócio a quem não sucedam herdeiros legitimários;
e) Quando, em partilha, a quota for adjudicada a quem não seja sócio;
f) Por interdição ou inabilitação de qualquer sócio;
g) Por exoneração ou exclusão de um sócio;
h) Quando a quota tiver sido cedida a terceiros sem o prévio consentimento da sociedade, tomado por maioria, em assembleia geral.
2 - Os sócios podem deliberar que a quota amortizada figure no balanço e que, posteriormente, sejam criadas uma ou várias quotas, destinadas a serem alienadas a um ou a alguns dos sócios ou a terceiros.
3 - Salvo acordo em contrário ou disposição legal imperativa, a contrapartida da amortização será o valor que resultar do último balanço aprovado.
4 - Se por falecimento de um sócio a respectiva quota não for amortizada no prazo de 90 dias, a contar da data do falecimento, os herdeiros deverão designar, de entre eles, um representante comum.
ARTIGO 8.º
Aos lucros líquidos anualmente apurados, depois de deduzida a percentagem para reserva legal, será dado o destino que vier a ser deliberado em assembleia geral.
Disposição transitória
1 - A sócia Débora Marisa dos Santos Grilo Alves fica, desde já, nomeada gerente.
2 - A gerência fica, desde já, autorizada a levantar a totalidade do capital social depositado, a fim de custear as despesas de constituição e registo da sociedade, aquisição de equipamento e instalação da sede social e a adquirir para esta quaisquer bens móveis, imóveis ou direitos, mesmo antes do seu registo definitivo, assumindo a sociedade todos os actos praticados pela gerência, nesse período, logo que definitivamente matriculada.
1 de Setembro de 2005. - O Primeiro-Ajudante, Eduardo Manuel Marques Jorge.
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