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Ato Original
RECIGOLFE, LAVAGENS E MANUTENÇÃO DE LAGOS, LDA
Conservatória do Registo Comercial de Sintra. Matrícula n.º 022 757/050819; identificação de pessoa colectiva n.º 507349490; inscrição n.º 01; número e data da apresentação: 23/050819.
Certifico que entre Afonso Miguel Gil de Bragança Van Uden e Maria Teresa Henriques Gil Van Uden foi constituída a sociedade comercial em epígrafe, que se rege pelo contrato seguinte:
1.º
A sociedade adopta a firma Recigolfe, Lavagens e Manutenção de Lagos, Lda, com sede na Rua Mãe d'Água, 16, 3.º-A, Belas, Sintra.
2.º
O objecto social consiste em empresa de serviços de exportação/importação, serviço de lavagens de lagos de golfe, serviço de lavagens de águas provenientes de lagos, lagoas, rios, ribeiras, albufeiras ou outro tipo de depósitos de água, aspiração e separação dos lodos, águas, resíduos, plantas e bolas de golfe provenientes dos lagos, venda dos lodos recolhidos, reciclagem dos lodos recolhidos, entrega às entidades competentes dos lodos recolhidos, venda e compra de bolas de golfe a nível nacional e internacional, venda e compra de bolas de golfe a nível nacional e internacional através de um site de e-commerce, representação de eventuais produtos ou serviços ligados ao golfe ou ao serviço de lavagem e manutenção de águas.
3.º
O capital social integralmente realizado em dinheiro é de cinco mil euros e corresponde à soma de duas quotas, uma no valor nominal de quatro mil e quinhentos euros, pertencente ao sócio Afonso Miguel Gil de Bragança Van Uden e outra no valor de quinhentos euros, pertencente à sócia.
4.º
1 - A gerência da sociedade, com ou sem remuneração, compete a sócios ou a não sócios, conforme for deliberado em assembleia geral.
2 - Para obrigar a sociedade em todos os actos e contratos é suficiente a assinatura de um gerente.
3 - Fica desde já nomeado gerente o sócio Afonso Miguel Gil de Bragança Van Uden.
5.º
A sociedade poderá participar no capital social de outras sociedades com objecto diferente do seu e em sociedades reguladas por leis especiais ou em agrupamentos complementares de empresas.
6.º
A cessão de quotas dependerá do consentimento da sociedade quando feita a terceiros, tendo em primeiro lugar a sociedade e em segundo os sócios não cedentes, o direito de preferência.
7.º
1 - A sociedade poderá amortizar qualquer quota nos seguintes casos:
a) Por acordo com o seu titular;
b) Quando a quota tenha sido objecto de arresto, penhora ou qualquer outra providência cautelar ou ainda cessão gratuita não autorizada;
c) Quando o sócio praticar actos que violem o contrato social ou as obrigações sociais;
d) No caso de morte de sócios a quem não sucedam herdeiros legitimários;
e) Quando em caso de partilha por divórcio a quota não for adjudicada ao seu titular;
f) Por interdição, inabilitação, exoneração ou exclusão de qualquer sócio;
2 - Salvo acordo em contrário ou disposição legal imperativa, a contrapartida da amortização será o valor que resultar do último balanço aprovado.
8.º
Dos lucros obtidos em cada exercício sairão as percentagens legais e as que a assembleia geral destinar para qualquer outro fundo de reserva, quanto ao remanescente será dado o destino que vier a ser deliberado em assembleia geral.
25 de Agosto de 2005. - A Escriturária Superior, Maria Manuela Lapas Ferreira.
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