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Ato Original
Aviso n.º 11599-AI/2026/2
Procedimento concursal, com caráter urgente, conducente ao recrutamento de pessoal médico para a categoria de Assistente, das Áreas Hospitalares da carreira médica, para o mapa de pessoal da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, E. P. E.
Nos termos do estabelecido no Decreto-Lei n.º 41/2024, de 21 de Junho, na sua redação atual, torna-se público que, por deliberação do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, E. P. E., em reunião datada de 13 de maio de 2026, se encontra aberto o procedimento concursal, pelo prazo de 5 dias úteis, a contar da data da publicação do presente aviso no Diário da República, para preenchimento de 20 (vinte) postos de trabalho da carreira médica, em regime de contrato individual de trabalho, nos termos do Código do Trabalho, do mapa de pessoal da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano E. P. E., de acordo com o Despacho n.º 5941/2026, de 11 de maio e vagas atribuídas pelo Despacho n.º 5965/2026, de 11 de maio, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 90.
1 - Requisitos de Admissão:
Podem ser opositores ao procedimento concursal aberto pelo presente aviso, os médicos que sejam detentores do grau de especialista na correspondente área hospitalar que tendo realizado e concluído o internato médico, não sejam detentores de uma relação jurídica de emprego por tempo indeterminado previamente constituída com qualquer serviço, entidade ou organismo do Estado, incluindo do respetivo setor empresarial.
2 - Prazo de apresentação de candidaturas:
2.1 - O prazo para apresentação de candidaturas é de 5 dias úteis, contados a partir da data da publicação do presente aviso no Diário da República.
2.2 - O prazo para apresentação das candidaturas no âmbito do presente procedimento simplificado, nos termos anteriormente expostos, fundamenta-se no seu caráter urgente, definido pelo Decreto-Lei n.º 41/2024, de 21 de junho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 109/2024, de 19 de dezembro, um vez que a colocação dos médicos é essencial para o normal funcionamento do Serviço Nacional de Saúde permitindo, assim, o efetivo aproveitamento de competências adquiridas no contexto da formação médica especializada.
2.3 - Tratando-se de um procedimento urgente, em cumprimento da cláusula 20.ª-A do Acordo Coletivo de Trabalho celebrado entre o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, E. P. E., e outros e a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) e outro, relativo à tramitação do procedimento concursal de recrutamento para os postos de trabalho da carreira médica, publicado no Boletim do Trabalho e Emprego, n.º 48, de 29 de dezembro de 2011, alterado e republicado nos termos constantes do Boletim do Trabalho e Emprego, n.º 43, de 23 de novembro de 2015, não haverá lugar à audiência dos interessados, podendo, desde logo, ser interposto recurso administrativo.
3 - Métodos de seleção - Avaliação e discussão curricular:
3.1 - Em cumprimento do disposto no n.º 4 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 41/2024, de 21 de junho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 109/2024, de 19 de dezembro, a seleção e ordenação dos candidatos é efetuada de acordo com a escala classificativa de 0 a 20 valores, arredondada à centésima. Os critérios de avaliação e os métodos de seleção constam da Ata n.º 1 do júri de cada uma das especialidades.
3.2 - A avaliação curricular e discussão curricular, que consiste na apreciação do currículo profissional do candidato, visa analisar a qualificação dos candidatos, designadamente a competência profissional e científica do mesmo, tendo como referência o perfil de exigências profissionais, genéricas e específicas do posto de trabalho a ocupar, bem como o percurso profissional, a relevância da experiência adquirida e da formação realizada, o tipo de funções exercidas e a avaliação de desempenho obtida.
3.3 - Na avaliação curricular são considerados e ponderados os elementos de maior relevância para o posto de trabalho a ocupar.
3.4 - Dos elementos de maior relevância referidos no número anterior, são obrigatoriamente considerados os seguintes:
a) Exercício de funções no âmbito da área de exercício profissional respetiva, tendo em conta a competência técnico-profissional, o tempo de exercício das mesmas e participação em equipas de urgência e de apoio e enquadramento especializado à prática clínica.
b) Atividades de formação nos internatos médicos e outras ações de formação e educação médica frequentadas e ministradas;
c) Trabalhos publicados, em especial se publicados em revistas com revisão por pares, e trabalhos apresentados publicamente, sob a forma oral ou poster e atividades de investigação na área da sua especialidade, de acordo com o seu interesse científico e nível de divulgação, tendo em conta o seu valor relativo;
d) Classificação obtida na avaliação final do internato médico da respetiva área de formação específica;
e) Atividades docentes ou de investigação relacionadas com a respetiva área profissional;
f) Outros fatores de valorização profissional, nomeadamente títulos académicos.
3.5 - Cabe ao júri definir em ata, previamente ao termo do prazo para apresentação das candidaturas e do conhecimento dos currículos dos candidatos, os critérios a que irá obedecer a valorização dos fatores enunciados nos números precedentes.
3.6 - Os resultados da avaliação e discussão curricular, se não atribuídos por unanimidade, são obtidos pela média aritmética das classificações atribuídas por cada membro do júri.
4 - Caracterização dos postos de trabalho:
Aos postos de trabalho cuja ocupação aqui se pretende, corresponde o conteúdo funcional estabelecido nos artigos 7.º-A e 11.º do Decreto-Lei n.º 176/2009, de 4 de agosto, na sua redação atual.
5 - Remuneração:
5.1 - O posicionamento remuneratório dos médicos recrutados ao abrigo do n.º 5, do artigo 7.º, do Decreto-Lei n.º 41/2024, de 21 de junho, efetua-se, em qualquer caso e independentemente da qualificação profissional detida, na primeira posição remuneratória da categoria de assistente da correspondente carreira, salvo o disposto no número seguinte.
5.2 - Nas situações em que o candidato selecionado seja detentor do grau de consultor, atribuído nos termos e para os efeitos previstos no Decreto-Lei n.º 176/2009 e no Decreto-Lei n.º 177/2009, ambos de 4 de agosto, também ambos na sua redação atual, e cujo vínculo ao SNS ou qualquer serviço, entidade ou organismo do Estado, tenha cessado há, pelo menos, três meses antes da data da abertura do respetivo procedimento concursal, o respetivo posicionamento remuneratório efetua-se na primeira posição remuneratória da categoria de assistente graduado.
6 - Local de trabalho:
As funções serão exercidas nas instalações dos serviços e estabelecimentos de saúde identificados, por especialidade, nos termos do anexo III, publicado no Despacho n.º 5965/2026, de 11 de maio.
7 - Prazo de validade:
O procedimento de recrutamento simplificado aberto pelo presente aviso é válido para a ocupação dos postos de trabalho acima enunciados, terminando com o recrutamento dos médicos selecionados.
8 - Legislação aplicável:
O procedimento de recrutamento aberto pelo presente aviso rege-se pelo disposto no Decreto-Lei n.º 176/2009, de 4 de agosto, na sua redação atual, e pelo Decreto-Lei n.º 41/2024, de 21 de junho, alterado pelo Decreto-Lei n.º 109/2024, de 19 de dezembro.
9 - Horário de trabalho:
O período normal de trabalho é de 40 horas semanais, nos termos do artigo 15.º-A do Decreto-Lei n.º 176/2009, de 4 de agosto, com a alteração que lhe foi conferida pelo Decreto-Lei n.º 266-D/2012, de 31 de dezembro.
10 - Formalização das candidaturas:
10.1 - As candidaturas deverão ser formalizadas mediante requerimento dirigido à Senhora Presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, E. P. E., em suporte de papel, e serem entregues pessoalmente no Serviço de Expediente, sito no Hospital do Litoral Alentejano, Monte do Gilbardinho, EN 261, 7540-230 Santiago do Cacém, no período compreendido entre as 09h às 17h, ou, enviadas, através de correio registado, com aviso de receção, para o endereço postal da Instituição, ou via email através do endereço recrutamento@ulsla.min-saude.pt até à data limite fixada na publicitação,.
10.2 - Os candidatos devem formalizar a sua candidatura através de requerimento, onde constem os seguintes elementos:
a) Identificação do procedimento concursal, com indicação da carreira, categoria e atividade caracterizadoras do posto de trabalho a ocupar;
b) Identificação do candidato pelo nome, data de nascimento, sexo, nacionalidade, número de identificação fiscal e endereço postal e eletrónico, caso exista;
c) Situação perante cada um dos requisitos de admissão exigidos, designadamente os relativos ao nível habilitacional e à área de formação académica ou profissional;
d) Menção de que o candidato declara serem verdadeiros os factos constantes da candidatura.
e) Indicação da referência a que se candidata:
Referência a) Anatomia Patológica (1)
Referência b) Anestesiologia (1)
Referência c) Cardiologia (1)
Referência d) Cirurgia Geral (1)
Referência e) Gastrenterologia (1)
Referência f) Medicina Física e Reabilitação (1)
Referência g) Medicina Intensiva (2)
Referência h) Medicina Interna (4)
Referência i) Medicina do Trabalho (1)
Referência j) Oftalmologia (1)
Referência k) Ortopedia (2)
Referência l) Pediatria (1)
Referência m) Psiquiatria (2)
Referência n) Urologia (1)
10.3 - Na apresentação da candidatura através de correio registado com aviso de receção, no Serviço de Expediente, ou via correio eletrónico, atende-se à data do respetivo registo.
11 - Documentos a apresentar:
11.1 - Curriculum vitae que, embora elaborado em modelo europeu, proceda a uma descrição das atividades desenvolvidas.
11.2 - Com exceção dos candidatos que tenham adquirido o grau de especialista na correspondente área profissional de especialização na época normal de 2026 que, estão dispensados da apresentação de documento comprovativo do grau de especialista e da classificação final do internato, a candidatura deverá ser acompanhada, obrigatoriamente, dos seguintes elementos:
a) Documento comprovativo do grau de especialista na correspondente área profissional de especialização, com indicação do resultado quantitativo da prova de avaliação final do respetivo internato médico ou resultado qualitativo, quando aplicável.
11.3 - Para além dos documentos referidos no ponto anterior, e neste caso, independentemente da época de formação, nas situações em que o candidato já tenha tido um vínculo de emprego constituído através de um contrato de trabalho em funções públicas por tempo indeterminado ou de um contrato de trabalho sem termo, celebrado ao abrigo do código do trabalho, com estabelecimento de saúde com natureza jurídica de entidade pública empresarial, integrado no Serviço Nacional de Saúde, deverá ainda apresentar, sob pena de exclusão, o necessário comprovativo de desvinculação.
11.4 - As falsas declarações prestadas pelos candidatos serão punidas nos termos da lei.
12 - Ordenação final dos candidatos:
12.1 - Terminada a aplicação dos métodos de seleção, o júri deve elaborar, no prazo máximo de 5 dias úteis, a lista de classificação dos candidatos.
12.2 - A ordenação final dos candidatos que completem o procedimento é efetuada por ordem decrescente, de acordo com a escala classificativa de 0 a 20 valores.
13 - Critérios de ordenação preferencial:
Em situações de igualdade de valoração, têm preferência na ordenação final, os candidatos que tenham concluído o internato médico na Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, E. P. E., de acordo com n.º 3 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 41/2024, de 21 de junho.
14 - Notificações e publicitação das listas:
14.1 - As notificações aos candidatos no âmbito do presente procedimento concursal serão efetuadas nos termos conjugados do disposto nos artigos 63.º, 64.º e 112.º todos do CPA, designadamente por correio eletrónico.
14.2 - A lista unitária de ordenação final, incluindo os candidatos excluídos, é comunicada aos candidatos nos termos do número anterior e publicada na 2.ª série do Diário da República, informando da afixação em local visível e público das instalações da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, E. P. E., e disponibilizada, ainda, na sua página eletrónica.
15 - Recrutamento:
15.1 - Apenas podem ser recrutados os candidatos que obtenham classificação final igual ou superior a 10 valores, sem arredondamentos.
15.2 - Os candidatos aprovados serão recrutados para os postos de trabalho a ocupar segundo a ordenação da lista de classificação final.
15.3 - Não podem ser recrutados candidatos que, apesar de aprovados e ordenados na lista unitária de ordenação final, se encontrem nas seguintes situações:
a) Recusem o recrutamento;
b) Recusem, após negociação, a posição remuneratória proposta pela entidade empregadora;
c) Apresentem documentos inadequados, falsos ou inválidos que não comprovem as condições necessárias para a constituição da relação jurídica de emprego público;
d) Apresentem os documentos obrigatoriamente exigidos fora do prazo que lhes seja fixado pela entidade empregadora;
e) Não compareçam à celebração do contrato de trabalho sem termo ou em funções públicas por tempo indeterminado, consoante o caso, no prazo legal, por motivos que lhes sejam imputáveis;
f) Não preencham os requisitos de admissão à data da constituição do vínculo de emprego.
15.4 - Os candidatos que se encontrem nas situações referidas no número anterior são retirados da lista unitária de ordenação final.
16 - Cessação do procedimento concursal:
16.1 - O procedimento concursal cessa com a ocupação dos postos de trabalho constantes da publicitação ou, quando os postos não possam ser totalmente ocupados, por:
a) Inexistência ou insuficiência de candidatos à prossecução do procedimento;
b) Falta de acordo na negociação do posicionamento remuneratório entre a entidade empregadora e os candidatos constantes da lista unitária de ordenação final.
16.2 - Excecionalmente, ouvidas as organizações sindicais representativas dos trabalhadores médicos, o procedimento concursal pode, ainda, cessar por ato devidamente fundamentado da entidade responsável pela sua realização, homologado pelo respetivo membro do Governo, desde que não se tenha ainda procedido à ordenação final dos candidatos.
17 - Quotas de Emprego:
17.1 - De acordo com o artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 29/2001, de 3 de fevereiro, será fixada uma quota a preencher por pessoa com deficiência, nos seguintes termos:
a) Quando, por unidade funcional, o número de postos de trabalho a concurso for igual ou superior a 10, é fixada uma quota de 5 % do total de postos de trabalho, com arredondamento para a unidade, a preencher por pessoa com deficiência;
b) Quando o número de postos de trabalho, por unidade funcional, seja inferior a 10 e igual ou superior a três, é garantida a reserva de um lugar para candidatos com deficiência;
c) Quando o número de postos de trabalho, por unidade funcional, seja de um ou dois, o candidato com deficiência tem preferência em igualdade de classificação, a qual prevalece sobre qualquer outra preferência legal.
18 - Igualdade de oportunidades no acesso ao emprego:
Em cumprimento da alínea h) do artigo 9.º da Constituição, a Administração Pública, enquanto entidade empregadora, promove ativamente uma política de igualdade de oportunidades entre homens e mulheres no acesso ao emprego e na progressão profissional, providenciando escrupulosamente no sentido de evitar toda e qualquer forma de discriminação.
19 - Composição e identificação do júri:
Referência a) - Anatomia Patológica
Presidente: Pierpaolo Cusati, Assistente de Anatomia Patológica, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
1.º Vogal: Jorge da Cunha Oliveira, Assistente Graduado de Anatomia Patológica, da ULS de Almada-Seixal, EPE.
2.º Vogal: José Ignácio Cortes Garcia, Assistente de Anatomia Patológica, da ULS do Alentejo Central, EPE;
1.º Vogal Suplente: Miguel Angel Campo Ribas, Assistente Graduado de Anatomia Patológica, da ULS de Estuário do Tejo, EPE;
2.º Vogal Suplente: Ana Rita Coelho, Assistente de Anatomia Patológica, ULS do Alentejo Central, EPE.
Referência b) - Anestesiologia
Presidente: Nuno Matias de Jesus Pereira, Assistente Graduado Sénior, de Anestesiologia, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
1.º Vogal: André Filipe Oliveira Eloy, Assistente, de Anestesiologia, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
2.º Vogal: Isabel Rodrigues Cadete, Assistente Graduada, de Anestesiologia, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
1.º Vogal Suplente: Paula Cristina Carvalho Alves da Silva, Assistente Graduada de Anestesiologia, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
2.º Vogal Suplente: André Filipe Viegas Roberto, Assistente de Anestesiologia, da ULS de São José, EPE.
Referência c) - Cardiologia
Presidente: Pedro Nuno Rocha Carlos Salvado Marques, Assistente Graduado, de Cardiologia, da ULS de Santa Maria, EPE;
1.º Vogal: Nuno Miguel Rocha Cortez Dias, Assistente Graduado de Cardiologia, da ULS de Santa Maria, EPE;
2.º Vogal: Pedro Miguel Loureiro Santarém Semedo, Assistente Graduado, de Cardiologia, da ULS do Alentejo Central, EPE;
1.º Vogal Suplente: João Manuel Frazão Rodrigues de Sousa, Assistente Graduado Sénior, de Cardiologia, ULS de Santa Maria, EPE;
2.º Vogal Suplente: Pedro Quaresma Jorge Silvério António, Assistente de Cardiologia, da ULS de Santa Maria, EPE.
Referência d) - Cirurgia Geral
Presidente: José Augusto Rodrigues Martins, Assistente Graduado Sénior, de Cirurgia Geral, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
1.º Vogal: Hugo Miguel dos Santos Gameiro, Assistente de Cirurgia Geral da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
2.º Vogal: Andreia Sofia Inês Ferreira, Assistente de Cirurgia Geral, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
1.º Vogal Suplente: Alda Maria Figueiredo Machado Pinto, Assistente de Cirurgia Geral, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
2.º Vogal Suplente: Mariana Ferreira da Silva Claro, Assistente de Cirurgia Geral, da ULS do Litoral Alentejano, EPE.
Referência e) - Gastroenterologia
Presidente: Isabel Maria Lucas dos Santos Medeiros, Assistente Graduada de Gastroenterologia, da ULS do Alentejo Central, EPE;
1.º Vogal: Maria Lurdes Gomes Gonçalves, Assistente Graduada de Gastroenterologia, da ULS do Alentejo Central, EPE;
2.º Vogal: Rogério da Silva Godinho, Assistente Graduado, de Gastroenterologia, da ULS do Alentejo Central, EPE;
1.º Vogal Suplente: João Nuno Vaz dos Reis Pepe Mangualde, Assistente de Gastroenterologia, da ULS da Arrábida, EPE;
2.º Vogal Suplente: Rui Miguel Monteiro Ramos, Assistente Graduado de Gastroenterologia, da ULS da Cova da Beira, EPE.
Referência f) - Medicina Física e Reabilitação
Presidente: Sandra Maria Belo Monteiro Claro, Assistente Graduada Sénior de Medicina Física e Reabilitação, da ULS do Alentejo Central, EPE;
1.º Vogal: Paulo Manuel Gonçalves Palma, Assistente Graduado de Medicina Física e Reabilitação, da ULS da Arrábida, EPE;
2.º Vogal: Maria Elisa Caneira Silva, Assistente Graduada Sénior de Medicina Física e Reabilitação, da ULS da Arrábida, EPE;
1.º Vogal Suplente: Pedro Centeio Ferraz Gameiro, Assistente Graduado de Medicina Física e Reabilitação, da ULS do Alto Alentejo, EPE;
2.º Vogal Suplente: Ana Isabel Carvalho Pestana de Almeida Chumbinho, Assistente Graduado de Medicina Física e Reabilitação, da ULS do Alentejo Central, EPE.
Referência g) - Medicina Intensiva
Presidente: Maria Dulce Pinto Pascoalinho, Assistente Graduada Sénior Medicina Interna, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
1.º Vogal Efetivo: João Nuno Gamito Lopes, Assistente Hospitalar Medicina Interna, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
2.º Vogal Efetivo: César Peter Burgi Vieira, Assistente Hospitalar Medicina Intensiva, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
1.º Vogal Suplente: Aurélio Godinho Gomes, Assistente Hospitalar Medicina Intensiva, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
2.º Vogal Suplente: Jorge Miguel Fernandes Nunes, Assistente Graduado Medicina Intensiva, da ULS do Médio Tejo, EPE;
Referência h) - Medicina Interna
Presidente: Henrique José Barrelas Rita, Assistente Graduado Sénior de Medicina Interna, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
1.º Vogal: Cátia Isabel Amador Albino, Assistente Graduado de Medicina Interna, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
2.º Vogal: Ana Sofia Gonçalves Nunes Sobral, Assistente de Medicina Interna, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
1.º Vogal Suplente: Teresa Margarida Cruz Bernardo, Assistente Graduada de Medicina Interna, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
2.º Vogal Suplente: Lucas Diaz Ruiz, Assistente Graduado de Medicina Interna, da ULS do Litoral Alentejano, EPE.
Referência i) - Medicina do Trabalho
Presidente: Teresa de Jesus Paixão Martinho Valente, Assistente Graduada de Medicina do Trabalho, ULS de Amadora-Sintra, EPE;
1.º Vogal: Pedro Miguel Garcia Mestre, Assistente de Medicina do Trabalho, ULS de Amadora-Sintra, EPE;
2.º Cátia Isabel Amador Albino, Assistente Graduado de Medicina Interna, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
1.º Vogal Suplente: Ana Sofia Gonçalves Nunes Sobral, Assistente de Medicina Interna, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
2.º Vogal Suplente: Josiana de Oliveira Martins Duarte, Assistente de Medicina Interna, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
Referência j) - Oftalmologia
Presidente: Filipa Daniela Ferreira Rodrigues, Assistente Graduada de Oftalmologia, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
1.º Vogal: Tomás Oliveira Loureiro, Assistente de Oftalmologia, da ULS de Almada-Seixal, EPE;
2.º Vogal: Carlos Diogo Pinheiro Lima Lopes, Assistente de Oftalmologia, da ULS da Região de Aveiro, EPE;
1.º Vogal Suplente: Raquel Sofia Ribeiro Almeida, Assistente de Oftalmologia, da ULS do Médio Ave, EPE;
2.º Vogal Suplente: Inês Gomes Martins Almeida, Assistente de Oftalmologia, da ULS Entre Douro e Vouga, EPE.
Referência k) - Ortopedia
Presidente: Luís Maurício Machado Soares, Assistente Graduado Sénior de Ortopedia, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
1.º Vogal: André Filipe Pinto Moura, Assistente de Ortopedia, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
2.º Vogal: Francisco Manuel Canas Serra Lourenço Alves, Assistente de Ortopedia, da ULS de Santa Maria, EPE;
1.º Vogal Suplente: Jorge Augusto Ribeiro Sena Fernandes, Assistente de Ortopedia, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
2.º Vogal Suplente: Jorge Augusto Nazaré Gomes, Assistente Graduado de Ortopedia, da ULS do Litoral Alentejano, EPE.
Referência m) - Pediatria
Presidente: Cristina Isabel Cacais Rio, Assistente Graduada de Pediatria, da ULS de São José, EPE;
1.º Vogal: Silvia Sofia Dinis Cardoso Marques Afonso, Assistente Graduada de Pediatria, da ULS de São José, EPE;
2.º Vogal: Patrícia Martins Lopes, Assistente Graduada de Pediatria, da ULS de São José, EPE;
1.º Vogal Suplente: Susana Isabel Ferreira Castanhinha, Assistente Graduada de Pediatria, da ULS de São José, EPE;
2.º Vogal Suplente: Ana Lia Pereira da Costa Mano, Assistente de Pediatria, da ULS de São José, EPE.
Referência n) - Psiquiatria
Presidente: Ana Paula Matos Pires, Assistente Graduada Sénior de Psiquiatria, da ULS do Baixo Alentejo, EPE;
1.º Vogal: Vasco Miguel Mendonça Nogueira, Assistente de Psiquiatria, da ULS do Baixo Alentejo, EPE;
2.º Vogal: Pedro Fontes de Oliveira, Assistente de Psiquiatria, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
1.º Vogal Suplente: Sónia Raquel Farinha Silva, Assistente de Psiquiatria, da ULS do Baixo Alentejo, EPE;
2.º Vogal Suplente: Paulo Renato Correia Barbosa, Assistente de Psiquiatria, da ULS do Baixo Alentejo, EPE;
Referência o) - Urologia
Presidente: Rui Dinis Correia Bento Breu, Assistente Graduado de Urologia, da ULS do Litoral Alentejano, EPE;
1.º Vogal: Miguel Alexandre Neves Silva Cabrita, Assistente Graduado Sénior de Urologia, da ULS do Algarve EPE;
2.º Vogal: Marco António Rodrigues Dores, Assistente de Urologia, da ULS do Algarve, EPE;
1.º Vogal Suplente: Aurélio José Lourenço Oliveira Silva, Assistente Graduado de Urologia, da ULS do Baixo Alentejo, EPE;
2.º Vogal Suplente: Luís Pedro Aleixo Gomes Calado, Assistente Graduado de Urologia, da ULS do Algarve, EPE.
15 de maio de 2026. - A Presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano, EPE, Catarina Maria Alves Arizmendi Filipe.
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